Gleyson Borges (1992) nasceu, vive e trabalha em Maceió, Alagoas. Sua prática se desenvolve a partir de intervenções, combinações e decomposições, usando em cada criação a materialidade mais adequada para intensificar sua mensagem. Guiado por uma perspectiva afrocentrada, seu trabalho atua como ferramenta de resistência, memória e emancipação, refletindo sobre a experiência negra contemporânea e propondo diálogos necessários que provoquem reflexão e, sobretudo, movimento. 
A partir de fragmentos do cotidiano que atravessam experiências coletivas, o artista busca expandir as possibilidades de olhar para o passado, viver o presente e imaginar o futuro a partir de uma perspectiva negra. Sua produção já foi exibida em exposições como Complexo Brasil (2025), na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, Portugal; Tudo é sobre o agora (2025), na 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas; Play between Atlantics (2025), no Something Else Symposium, no Cairo, Egito; Encruzilhadas da arte afro-brasileira (2023-2025), no CCBB (SP, RJ e BH) e no MUNCAB; Visões Negras (2022), no CCSP e Ocupação refúgio (2021), no Sesc Quitandinha. Em 2022, integrou a Pemba, residência artística do projeto Dos Brasis (Sesc). 
Em 2025, Gleyson Borges realizou sua primeira exposição individual, A coisa ficou preta, no Engenho Massangana, aparelho cultural vinculado à Fundação Joaquim Nabuco, em Pernambuco. Seus trabalhos estão presentes em acervos de instituições como Projeto Afro e Engenho Massangana.
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